É o que eu sempre digo: Atari é ARTE!

Muito mais que um video-game!

Programar para o Atari 2600 é dificílimo. O console não tem nada pronto, tudo precisa ser criado do zero. Os cartuchos possuem poucos Kb de memória e são programados em Assembly (tempo presente, pois alguns ainda se dedicam à arte obscura do 2600).

Cada código é uma verdadeira obra de arte, tanto pela complexidade quanto pela beleza do jogo em si. Mas o que poucos sabem é que um cara chamado Ben Fry resolveu mostrar a arte de programar para Atari de uma maneira exclusiva.

O autor do projeto modificou um programa chamado Distella Disassembrer de forma que o resultado fosse o código em assembly onde as estruturas “if” se ligassem através de curvas com suas estruturas de desvio. Ou seja, onde vc vê uma curva no desenho, na verdade entenda que é um desvio dentro do programa. “Se acontecer X, vá para Y”.

A parte gráfica do programa era desenhada por 0 e 1. O bloco sólido é representado pelo 1 e 0 representa um ponto. Muitos desenhos aparecem de cabeça para baixo por causa das técnicas de programação da época.

Me pergunto se alguém vai lembrar com tanto entusiasmo e saudosismo do ano 2000 como nos lembramos da década de 80… Uma hora escrevo sobre isto também.


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